Instituto Histórico de Petrópolis - 24/09/1938

  

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MARÇO

1º de março de 1923

Falece em Petrópolis, em sua residência de verão, à Rua Ipiranga, o Conselheiro Ruy Barbosa.

Jurista, jornalista, político, diplomata, brilhante orador que utilizava a palavra como arma de combate e transformação, “passou a vida em oposição sistemática a atos arbitrários, defendendo os direitos dos cidadãos”.

Em sua residência de Petrópolis, que ele chamava carinhosamente de Sweet Home, escreveu a maior parte das conferências que pronunciou em sua segunda memorável campanha presidencial, concluiu a Oração aos Moços, da qual, a maior parte foi escrita no leito, em estado febril, e também a introdução do primeiro volume da “Queda do Império” e quase toda a primeira Conferência da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

De sua presença em Petrópolis, permaneceu a lembrança de suas caminhadas, dos cuidados que costumava dispensar às flores do jardim de sua residência e a notável Conferência que pronunciou, a 17 de março de 1917, no Teatro Petrópolis, a convite da Cruz Vermelha, na qual defendeu o interesse universal na restauração da ordem legal no mundo.

3 de março

a) de 1857

Surge em Petrópolis o 1 º jornal “O Mercantil”, sob a direção de Bartolomeu Pereira Sudré, estabelecido com tipografia à Rua Teresa.

O “Mercantil” apareceu numa terça-feira, a 3 de março de 1857, “nesse ano, no dizer de Henrique Raffard, de gloriosa memória para Petrópolis”.

O programa do citado órgão de imprensa resumia-se nos seguintes pontos, transcritos do seu primeiro editorial: “Pugnar pelo desenvolvimento do comércio, da indústria e da agricultura; pelo engrandecimento material de Petrópolis; cuidar dos  verdadeiros interesses da sociedade; reclamar os direitos do povo quando julgar que eles são atacados; respeitar e fazer respeitar o cidadão honesto e a família; sustentar a autoridade quando ela disso se tornar dignamente credora”.

O “Mercantil” sempre defendeu causas nobres e humanitárias, como as da elevação de Petrópolis à categoria de cidade e a abolição da escravatura, que sempre teve no órgão petropolitano e seus diretores os mais decididos apóstolos.

O “Mercantil” circulou até 25 de maio de 1892, quando foi transformado na “Gazeta de Petrópolis”, não deixando de ser até o desaparecimento desta última, em 23 de dezembro de 1904, o principal órgão da imprensa petropolitana.

b) de 1889

Realizou-se esplêndida batalha de flores na Rua do Imperador, como parte de uma festa de nove dias em benefício da Nova Igreja Matriz, sob os auspícios da Princesa Isabel.

A comissão encarregada de promover os festejos era composta pela baronesa de Ypanema, baronesa de São Joaquim, D. Maria Guilhermina  Bernardes Raythe, condessa da Mota Maia, viscondessa da Cruz Alta, baronesa de Muritiba, baronesa de Loreto, baronesa Ramiz Galvão, baronesa de Corumbá, baronesa de Inohan, D. Rosana Frias, D. Maria Francisco Marinho, D. Alice Yeats, D. Vera de Lima e Silva e D. Adelaide Sanville.

O programa das festas era rico e variado, compreendendo: exposição e venda de objetos de elevado valor, assalto de armas, do qual participaram os senhores A. Fabrício, Marcus Carius, David Sanson e outros, sendo as armas – sabre, florete e espada -, concerto dirigido pelo maestro Joseph White, tômbola, quadros vivos, monólogos e cançonetas, encenados pelo artista Bernardelli, grande baile em “Cotillon” e o baile das crianças, encerrando as festividades.

Todavia, o ponto alto das atividades foi a majestosa Batalha de Flores, da qual participaram inúmeros Tílburis, tendo o sinal de partida sido dado pelo próprio Imperador D. Pedro II.

c) de 1961

Faleceu em nossa cidade o Dr. Eugênio Lopes Barcellos, jornalista, advogado, político, desportista e um orador eloqüente e de grande precisão vocabular.

O Dr. Barcellos, é preciso que se reconheça, foi uma das mais sólidas culturas jurídicas do Estado do Rio, sendo homenageado por seus próprios pares, em Niterói, como Advogado Padrão.

Em sua vida pública, exerceu, por várias vezes, a vereança local e chegou a ocupar a Presidência da Câmara Municipal de Petrópolis.

Jornalista militante, foi proprietário do “O Século”, brilhante diário, que abriu, na década de 20, novos horizontes na imprensa petropolitana. Colaborou ainda em diversos jornais locais e foi um dos fundadores da Academia Petropolitana de Letras.

Como desportista, além de atleta, foi um dos fundadores do Petropolitano F.C.

5 de março de 1901

Fundação da atual Editora Vozes Ltda., com o nome primitivo de “Tipografia da Escola Gratuita São José”.

Em 1899, o guardião do Convento dos Franciscanos, Frei Ciríaco Hielscher, efetuou a compra de uma impressora, necessitando de reparos, pela quantia de 5OO$OOO. Seu objetivo era montar uma pequena tipografia que permitisse a impressão de livros didáticos para a Escola Gratuita São José.

A velha impressora foi consertada por Frei Inácio Hinte e, a 5 de março de 1901, foi inaugurada a tipografia da Escola Gratuita São José.

Estava lançada a semente da Editora Vozes que, há um século, vem levando ao mundo inteiro o nome desta cidade, destacando-se pela qualidade de suas publicações, as quais procuram atender aos anseios da comunidade religiosa e levar cultura e informação a todos os que buscam um momento de reflexão nas páginas de um bom livro.

7 de março de 1881

Após prolongada enfermidade, faleceu em nossa cidade, sendo sepultado no Cemitério Municipal, o dr. Luiz da Cunha Feijó, Visconde de Santa Isabel.

Nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 1º de junho de 1817, era filho do farmacêutico Tristão da Cunha Feijó e de D. Anna Joaquina da Natividade.

Formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, da qual seria mais tarde professor e diretor.

Foi nomeado médico da Imperial Câmara, a 13 de junho de 1859. Assistiu ao nascimento dos dois príncipes, filhos da Princesa Isabel, e a acompanhou em três viagens à Europa em 1865, 1870 e 1878.

Escreveu duas importantes teses: "O aneurisma da aorta e um novo processo para a ligadura desta artéria e das illíacas primitivas, interna e externa" (1839) e "Algumas idéias sobre as feridas penetrantes do ventre" (1840); e vários trabalhos publicados em revistas especializadas, tais como "Breves considerações acerca das ruturas no útero durante o trabalho de parto..." e "Memória histórica dos acontecimentos notáveis da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, sucedidos durante o ano de 1860".

Por ocasião de seu falecimento, a ele se referiu o prestigioso jornal O Mercantil, em 09 de março de 1881, com as seguintes palavras: "Mestre em Ciências, exerceu por muitos anos os cargos de diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e de médico da família imperial... O ilustre médico prestou relevantes serviços no exercício de sua profissão, sobretudo aos carentes de recursos".

9 de março

a)
de 1908

Chegou a Petrópolis, vindo do Rio de Janeiro, pela 1ª vez, um automóvel conduzido pelos senhores Brás de Nova Friburgo e Pedro Queiroz.

O automóvel que trazia arvorada a bandeira do Atletique Club do Rio de Janeiro era um magnífico Dietrich de Course.

Petrópolis viu, com grande alegria, pela 1ª vez galgada atrevidamente a sua “serra” por um automóvel.

Os excursionistas visitaram a Tribuna de Petrópolis e, em seguida, a Câmara Municipal onde foram recebidos pelo Ten. Cel. João Duarte da Silveira, oficial maior da mesma.

b) de 1926

Tiveram início as obras de demolição da Velha Igreja Matriz, à Rua 7 de Setembro. Fora construída em 1847 e concluída em 1848 pelo empreiteiro Justino de Faria Peixoto. Gozava das regalias de Capela Imperial, recebendo sempre sob seu teto a Família Imperial e todas as cerimônias da época e da Corte nela eram celebradas, tendo funcionado por mais de 77 anos, assistindo aos católicos petropolitanos.

O citado templo foi palco de importantes acontecimentos ligados à nossa história religiosa, como a sagração de D. Antônio Macedo da Costa, décimo bispo do Pará e uma das figuras mais notáveis do episcopado brasileiro e a celebração, a 15 de outubro de 1875, de um “Te Deum Laudamos”, pelo Bispo do Rio de Janeiro, D. Pedro Maria de Lacerda, em homenagem ao nascimento do Príncipe do Grão Pará, ocorrido naquela manhã.

Um rápido exame na correspondência da Princesa Isabel comprova o zelo que a mesma dispensava ao citado templo: “Hoje, foi dia de limpeza da Igreja e deixamo-la muito bem arranjadinha para amanhã”. Em outra ocasião, referindo-se à 1ª Comunhão do filho realizada naquele templo, escreveu aos pais: “Como bem pensarão, foi ainda um dia cheio de emoção para nós. Nosso bom Pedrinho estava muito bem preparado e o ato da comunhão, como o da renovação dos votos do batismo e de consagração à Maria, às duas horas da tarde, foram muito tocantes”.

11 de março de 1919

Faleceu em Petrópolis Domingos Manoel Dias. Natural de Portugal, chegou ao Brasil, com apenas dez anos de idade.

Tomou parte como voluntário na Guerra do Paraguai, distinguindo-se por atos de heroísmo, sendo condecorado com as medalhas de ouro do valor militar e o “Passador nº 5”, condecorações estas que somente eram concedidas aos que se batiam com bravura.

Ocupou o cargo de Depositário Público da Comarca e militou na política filiado ao partido liberal. Era tenente coronel da Guarda Nacional, foi presidente da última Câmara Municipal da Monarquia e dedicou-se durante muitos anos ao comércio, possuindo um armarinho à então denominada Avenida 15 de Novembro.

Segundo informa a Tribuna de Petrópolis, na edição de 12 de março de 1919, “era um caráter austero e bom, contando por isso mesmo muitas relações de estima”.

12 de março de 1876

Aconteceu o lançamento da 1ª pedra fundamental da Nova Matriz, hoje Catedral São Pedro de Alcântara, em terreno doado pelo Imperador D. Pedro II.

A data foi escolhida, por ser um domingo, o mais próximo do aniversário da Imperatriz D. Tereza  Cristina que, a 14 de março, completava 54 anos, mas que não compareceu por motivo de doença passageira.

Às oito horas da manha, no então chamado morro do Belvedere, num pavilhão anteriormente armado, o Internúncio Apostólico, Monsenhor Luiz Bruschetti, coadjuvado pelo padres Nicolau Germain e Theodoro Esch, rezou missa e procedeu a sagração do terreno.

D. Pedro II, o Conde D’Eu, a Princesa Isabel, os ministros da Fazenda, da Justiça e do Império, respectivamente Barão de Cotegipe, José Bento da Cunha  Figueiredo e Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque; o presidente da Província, Conselheiro Pinto Lima; o Presidente da Câmara Municipal, Paulino Afonso Pereira Nunes, todos os vereadores petropolitanos e a Irmandade de São Pedro de Alcântara estiveram presentes ao ato.

Após ter sido assentada a pedra fundamental, foi lavrada a ata, lida e assinada, colocada em uma caixa de madeira, juntamente com os jornais do dia, exemplares de todas as moedas cunhadas no Império. Em seguida o Imperador fechou a referida caixa, colocando-a junto à pedra e entregou a chave ao Presidente da Câmara Municipal de Petrópolis.

Duas bandas de música abrilhantaram a festividade que foi encerrada quando o Comendador Paulino Affonso levantou os vivas de estilo à Família Imperial.

Houve ainda o lançamento de uma segunda pedra fundamental, em 18 de maio de 1884, em solenidade idêntica.

14 de março l899

Com a presença do Governador do Estado do Rio, Dr. Alberto Torres, foi inaugurado o Ginásio Fluminense – único serviço prestado a Petrópolis pelo governo estadual durante o tempo da capital.

Funcionou o Ginásio Fluminense até 1902, tendo, portanto, efêmera duração. Com o agravamento da crise financeira do Estado do Rio, então sob a direção de Quintino Bocaiúva, procurou-se reduzir as despesas, extinguindo-se repartições e fechando-se escolas e educandários. Em conseqüência,  foi também extinto o Ginásio Fluminense, muito embora, conforme afirma José Kopke Fróes, em interessante trabalho, “este custasse uma ninharia ao Estado e ministrasse educação sadia a uma centena de jovens petropolitanos”.

16 de março de 1843

Nesta data o Imperador D. Pedro II e o Major Júlio Frederico Koeler celebraram um ajuste para o levantamento de uma povoação na Fazenda do Córrego Seco, onde deveria também ser edificado um Palácio Imperial de Veraneio. Petrópolis, a nova localidade, tomou rápido impulso com a chegada, a partir de 29 de junho de l845, de colonos alemães.

O Major Koeler não só abriu mão de seus direitos de arrendatário da Fazenda do Córrego Seco, como ofereceu graciosamente suas terras da Fazenda do Quitandinha para serem loteadas e entregues aos colonizadores; D. Pedro II, por sua vez, adquiriu as Fazendas do Velasco e do Itamarati, para serem anexadas à divisão em prazos para os colonos.

O nome Petrópolis foi dado por Paulo Barbosa e Silva à nova povoação, em homenagem a D. Pedro II e inspirado em São Petersburgo, então capital da Rússia.

Ao ser fundada, Petrópolis pertencia à Freguesia de São José do Rio Preto, que era anexa à Vila de Paraíba do Sul. Em 1846 foi criada a Vila da Estrela e Petrópolis lhe foi anexada na categoria de Freguesia.

Petrópolis progrediu tão rapidamente como povoação que a 29 de setembro de 1857 foi elevada à categoria de cidade, desmembrada da Vila de Estrela, passando a possuir sua Câmara Municipal, Fórum, enfim todos os privilégios concedidos aos municípios, depois de 17 de junho de 1859.

18 de março de 1858

Inauguração da 1ª Seção da Estrada União e Indústria, com extensão de 33 km, até Pedro do Rio.

A Estrada União e Indústria foi construída por iniciativa do Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage, homem estudioso e progressista que, na Europa e nos Estados Unidos, procurou conhecer tudo o que havia de mais moderno quanto a projeto e construção de estradas de rodagem.

O Engenheiro Antônio Maria de Oliveira Bulhões foi o encarregado de trecho até Pedro do Rio, cujas obras tiveram início em 12 de abril de 1856, sendo interessante assinalar que, em face das dificuldades de construção e dos parcos recursos da época, a obra progrediu muito rapidamente.

O leito da estrada era revestido de pedra britada, comprimida e ensaibrada, permitindo o tráfego seguro em qualquer época do ano, além de apresentar um sistema de drenagem perfeito.

O trecho de Petrópolis a Pedro do Rio foi inaugurado pelo Imperador D. Pedro II.

Ao longo de todo o trajeto, até Pedro do Rio, a comitiva imperial recebeu grandes manifestações de apreço, sendo saudada com foguetes e girândolas.

Em Pedro do Rio, uma banda de música executou o hino nacional, tocando até o fim da cerimônia diversas e escolhidas peças musicais.

Às 11 horas, foi servido um lanche, oferecido pelo Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage que discursou, agradecendo ao Imperador a honra que este lhe concedia, assistindo a inauguração da 1ª Seção da estrada a seu cargo.

O trecho de Pedro do Rio à Posse foi inaugurado em abril de 1860, e finalmente, até Juiz de Fora, em 23 de junho de 1861.

27 de março de 1925

Faleceu em Petrópolis, João Roberto d'Escragnolle. Nascido em Mato Grosso, na cidade de Corumbá, a 24 de junho de 1870, era filho do Tenente Coronel Alexandre d'Escragnolle e de D. Anna da Silva d'Escragnolle.

Órfão de pais aos nove anos de idade, foi criado e educado por sua avó e madrinha, a baronesa d'Escragnolle, que o trouxe para Petrópolis.

Seus estudos iniciais foram feitos no Colégio do Padre Benedito Moreira e no Colégio Paixão, educandários tradicionais de nossa cidade e o bacharelado em Letras, no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

Em 8 de setembro de 1892, casou-se com D. Maria Amélia Dória d'Escragnolle, residindo em Petrópolis, à rua Piabanha, nº 459.

Pensador, poeta e jornalista, foi um dos fundadores do Círculo de Imprensa, da Associação de Ciências e Letras, da qual era sócio honorário, da Empresa Alex, organizou um Guia e um Álbum de Petrópolis, publicou a "Gazeta Azul" e a revista "Verão em Petrópolis".

30 de março de 1999

Faleceu D. Manoel Pedro da Cunha Cintra, 1º Bispo de Petrópolis, aos 92 anos de idade, dois dias depois de completar 51 anos de episcopado.

Tomou posse da Diocese de Petrópolis a 25 de abril de 1948, logo empenhando-se na fundação do Seminário Diocesano Nossa Senhora do Amor Divino, o qual começou a funcionar a 25 de março de 1949, em prédio da antiga Granja São Luís, em Corrêas, ao mesmo tempo em que era lançada a pedra fundamental de um novo prédio, inaugurado a 15 de agosto de 1956.

Sob sua inspiração e iniciativa, a 31 de maio de 1953, em histórica reunião no Palácio Espiscopal, surgiu a associação Civil denominada Faculdades Católicas Petropolitanas que, a 20 de dezembro de 1961, transformaram-se na Universidade Católica de Petrópolis.

Promoveu ainda D. Cintra, com a colaboração do clero e dos fiéis a Campanha Fé, Cultura e Assistência, objetivando angariar fundos para concluir a Catedral São Pedro de Alcântara, auxiliar na expansão da Universidade e construir um abrigo para a velhice carente de amparo, em Itaipava, o qual foi entregue à direção da ordem Hospitaleira dos Irmãos de São João de Deus.

Ao zelo apostólico de D. Cintra devemos ainda o Centro de Formação Apostólico-Social (CEFAS), fundado em 1978, no Bairro do Retiro, com vistas à formação de lideranças católicas, movimentos apostólicos, como o Serra Clube, a Legião de Maria, as Equipes de Nossa Senhora, Cursilhos, Encontros de Casais com Cristo, sem falar no 2º Congresso Eucarístico, realizado em 1955, impressionante manifestação pública de fé católica dos petropolitanos.

Incansável em sua atividade pastoral, criou entre 1949-1980, 17 novas paróquias, realizou visitas pastorais aos mais longínquos recantos da Dioceses e deixou-nos um rico legado espiritual em Cartas Circulares, Pastorais e Homilias, realizando deste modo a missão de Pastor a que se propôs e ainda transformando Petrópolis num centro cultural e religioso conhecido em todo o mundo.

 

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