Em 1565 teve início a colonização da Baixada Fluminense, ao fundo da Baia da Guanabara, com a concessão de uma sesmaria à Cristóvão de Barros. Mas a subida da Serra do Mar, mil metros acima, com sua crista encarpada e, principalmente, coberta por uma mataria selvagem, afastou dali o colonizador português. Aquela penosa subida somente foi vencida no princípio dos anos setecentos, com a abertura do Caminho Novo. É importante destacar aqui, que essa barreira natural influiu decisivamente nos destinos do Brasil, pois “nossa história atrevida de Bandeiras teria sido outra sem esse impedimento”, como lembra Alberto Ribeiro Lamego.

A ocupação da Serra da Estrela foi logo iniciada e a partir dos primórdios dos oitocentos, a colonização com imigrantes alemães, uma tendência da época, foi experimentada. Primeiro com o Barão Georg Heirinch von Langsdorff na sua Fazenda da Mandioca, uma iniciativa particular que não teve o sucesso esperado. Na década de 30, trabalhadores alemães foram usados com eficiente resultado na construção da Estrada Normal da Estrela, uma moderníssima rodovia que subia a serra. Em 1845, chegou o primeiro contingente de colonizadores alemães que iria começar a construção de Petrópolis. Dez anos após passariam pela cidade outros colonos alemães que iriam construir a Rodovia União e Indústria e iniciar a vida na nascente cidade de Juiz de Fora. Por todo o final daquele século, centenas de imigrantes germânicos, sem um planejamento especial, iriam se estabelecer em algumas cidades mineiras para tentar vida nova.

Comemoramos, 150 anos da chegada do “Virginie” ao porto do Rio, trazendo os primeiros 161 colonos e suas famílias, que arribaram Petrópolis em 29 de junho de 1845. De junho até novembro daquele ano, foram 2338 pioneiros vindos, principalmente, do Rheiland-Pfalz. A chegada desse contingente de desbravadores, significou efetivamente, a existência de Petrópolis. A cidade porém já existia desde 16 de março de 1843, quando Dom Pedro II assinou o Decreto Imperial nº 155, criando Petrópolis através do arrendamento das terras da Fazenda do Córrego Seco ao Major Júlio Frederico Koeler. Nos três anos seguintes, houve muito trabalho administrativo, técnico, comercial, político, social mas, no Córrego Seco, quase nada. A povoação verdadeira do lugar só começou a existir com a chegada das primeiras famílias de alemães que vinham ocupar o espaço que lhes tinha sido reservado.

É tão significativa a presença do elemento alemão em Petrópolis, que durante cem anos houve uma grande indecisão sobre a verdadeira data de fundação da cidade que oscilava entre essa duas. Essas datas foram aguerridamente discutidas por dois grupos petropolitanos, cada um com razões de sobra para a sua opção. Finalmente, uma comissão criada para decidir quando deveria ser comemorados os centenário de Petrópolis, considerou as duas datas como oficiais, cada uma com o seu significado.

O Instituto Histórico de Petrópolis comemorou esse Sesquicentenário com uma reflexão sobre a presença do imigrante alemão em nossa região. Foram publicados diversos trabalhos sobre o tema na Coluna do IHP, da Tribuna de Petrópolis e foi realizado o COLÓQUIO SOBRE IMIGRAÇÃO ALEMÃ, 150 ANOS DA IMPERIAL COLÔNIA DE PETRÓPOLIS, quando diversos estudiosos, do Rio e São Paulo, apresentaram suas idéias sobre o tema. O evento se prolongou por três dias e foi realizado durante a Bauernfest, a tradicional festa do colono alemão de Petrópolis.

O COLÓQUIO SOBRE A IMIGRAÇÃO ALEMÃ

Um acontecimento Histórico expressivo tem que ser comemorado com a sua própria História. E foi assim com os 150 anos da imigração alemã em Petrópolis.

Esse colóquio, que se encerrou com a Bauernfest, acrescentou um pouco mais, ao que se conhece sobre os primeiros anos da dura batalha dos pioneiros alemães nestas serras. Pretendeu-se principalmente, situar esse acontecimento petropolitano no processo histórico da imigração, alemã ao Brasil e nas suas consequências sociais e econômicas.

O resultado dessa ideação superou a expectativa mais otimista conforme ficou constatado no encerramento da reunião, onde todo o trabalho foi avaliado pelos participantes, uma boa parte de fora de Petrópolis.

O Colóquio vem sendo pensado desde a comemoração do Sesquicentenário da Fundação de Petrópolis que não teve o realce desejado, porque aconteceu no terceiro mês da atual administração municipal e não foi preparada adequadamente pela anterior.

Ele contou com a valiosa participação e apoio técnico da UCP e da Fundação Petrópolis de Cultura, Esporte e Lazer, do Museu Imperial e do Clube 29 de Junho, além de entidades especializadas no assunto como o Instituto Hans Staden e o Goethe Institut. E, como não podia deixar de acontecer, procurou a sustentação material na iniciativa privada, recebendo imediata adesão, sem a burocracia emperradora que normalmente acompanha esses eventos, dos dirigentes da A Unimed, da Papelaria Obelisco, da Fábrica Werner de Tecidos, da Cervejaria Bohemia, da Gardun Indústria Plástica, do Supermercado ABC, do Restaurante Ki-Delícia e da Fundação Paulo Amorim, que compreenderam o alcance da iniciativa.

Interesse pelo Colóquio

Mesmo se tratando de um assunto específico, imigração alemã, mais restrito ainda quando limitada ao caso Petrópolis, as sessenta e uma inscrições ao Colóquio, sendo vinte e seis de professores de História, mostraram a conformidade da escolha dos temas e dos conferencistas. E também, que ainda há público para proposições culturais.

A Família Imperial Brasileira foi representada no Colóquio pôr SSIIRR, os Príncipes Dom Pedro Carlos e Dom Afonso de Orleans e Bragança, acompanhadas de suas esposas, que manifestaram muito interesse pela palestra do Cmt. Carlos Oliveira Fróes, sobre o Território Pré-Colonial Petropolitano. O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, a mais importante e tradicional instituição no gênero do país, esteve presente com os historiadores Dr. Paulo Berger e Carlos Wehrs, este apresentando um interessante trabalho sobre a Família Hees. Do Goethe Institut, compareceram o seu diretor, Dr. Anton Regenberg e o Sr. Klaus Mladek. O Instituto Hans Staden enviou a Profa. Dra. Rosemarie Horch, que nos apresentou uma ampla visão no desenvolvimento brasileiro. A Universidade Federal do Rio de Janeiro, veio com a Profa. Dra. Maria Manuela Souza e Silva, que abordou teoricamente a diferença entre a memória individual ou coletiva e o conteúdo histórico de um acontecimento. Da UCP, o prof. Helmuth Krüger abordou com clareza e extensão, a identidade teuto-brasileira. O Museu Imperial foi representado pelo prof. Maurício Ferreira nos deu uma visão histórica e de valor sobre os texto que tratam da imigração européia no Brasil. O Instituto Histórico e a Universidade Federal de Juiz de Fora, trouxe o trio de historiadores, o sociólogo Wilson de Lima Bastos, e os professores Newton Barbosa e Marcos Olender, que, além de nos mostrarem como se deu a colonização alemã naquela cidade e suas ligações com Petrópolis, nos transportou em diligência até lá, pela Estrada União e Indústria através de fotografias e lides, como se fosse no tempo da “12 horas…”, de Klumb. Os palestrantes que abordaram assuntos centrados no “caso Petrópolis”, foram do IHP e introduziram novos conhecimentos sobre a colonização alemã, especialmente sobre o território pré-colonial petropolitano, como já foi citado, sobre as dúvidas envolvendo a morte do Major Júlio Koeler, sobre as agruras dos primeiros tempos dos alemães na colônia, sobre a descendência familiar dos pioneiros e sobre a tentativa de colonização alemã na Fazenda da Mandioca, ainda anterior a de Petrópolis.

O Arquivo Nacional enviou três observadores ao Colóquio, o que nos permitiu valiosos contatos para trocas futuras. O Instituto de Teologia Franciscano esteve presente com Frei Eloy Piva, historiador e estudioso dos franciscanos em Petrópolis. Ainda participaram da reuniões, representantes do Museu Imperial, da Secretaria de Educação, da Câmara Municipal de Petrópolis, do Instituto Metodista de Petrópolis, da Telerj, do Protesul, da Solução Consultoria Empresarial. Dos estabelecimentos de ensino da cidade, compareceram professores do Liceu Municipal, do Colégio Gunnar Vingren, das escolas municipais Vila Felipe, Quitandinha, Hermínia Matheus e da Escola Paroquial do Loteamento Samambaia.

Finalmente, o que fica do Colóquio sobre a imigração Alemã é que a consciência do nosso passado é que nos orienta no presente. Esse passado está em cada esquina da cidade e na memória dos petropolitanos, esperando que seja transformada em História, para que então cumpra o seu destino. Recuperar esse estoque de lembranças, promovendo essa transformação foi o objetivo maior do Colóquio, que acredito tenha sido alcançado eme parte. Também foi conseguida uma importantíssima abertura para os professores e História do município, que deverá seguir adiante com novos contatos, palestras especiais e com a sua participação nas atividades do IHP. Os novos conhecimentos sobre o tema, a nova visão de alguns desses temas, a abordagem teórica e conceitual de assuntos fundamentais também foram importantes para quem se interessa por esses assuntos. A ponte estabelecida com o Instituto Histórico de Juiz de Fora deverá ser utilizada para estudos futuros. E por último, a inserção da colonização em Petrópolis no estudo global das imigrações alemãs no Brasil, nos deu um sentido mais abrangente do problema, porque permite que ela possa ser estudada em conjunto com as migrações internas que se seguiram.

OBJETIVOS E PROGRAMA

Esse encontro foi promovido pelo Instituto Histórico de Petrópolis, Museu Imperial, Universidade Católica de Petrópolis, Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora, Fundação Petrópolis de Cultura, Esporte e Lazer e Clube 29 de Junho.

Orientação Geral:

a. Visão geral das migrações internas e externas ocorridas no Brasil e que resultaram na colonização do espaço ocupado.

b. Valorização do elemento germânico na cultura e na sociedade brasileira como elemento enriquecedor e diferenciador, determinante de novas perspectivas.

Objetivos Específicos:

a.Situar a colonização alemã em Petrópolis, no contexto da imigração alemã ao Brasil.

b.Estudo da colonização alemã em Petrópolis e em Juiz de Fora, e conjunto com o Instituto Histórico de Juiz de Fora, identificando interfaces entre elas.

Objetivos Conseqüentes:

a.Estímulo à pesquisa, estudo e divulgação da colonização alemã em Petrópolis, especialmente sobre aspectos ainda não esclarecido suficientemente.

b.Publicação de uma revista comemorativa da data, divulgando os resultados desses trabalhos.

O encontro constou de um conjunto de palestras e comunicações, exposição de livros e documentos antigos, lançamento de livros, visita guiada à Casa do Colono e diversos eventos sociais e artísticos, conforme o programa apresentado a seguir.

Todas as sessões foram realizados no Salão dos Conselhos da Universidade Católica de Petrópolis.

Dia 6 de Julho de 1995, 5ª feira

14:00-Sessão de abertura do Colóquio.

14:45-Contribuição dos imigrantes alemães para o desenvolvimento da cultura brasileira. Profa. Dra. Rosemarie Erika Horch. (Instituto Hans Staden e USP).

16:15-Memória, Tradição e História. Prof. Dr. Manuel Luiz Lima Salgado Guimarães. (UFRJ e UERJ)

17:30-O território pré-colonial petropolitano e a Imperial Fazenda de Petrópolis. Cmt. Carlos Oliveira Froes. (IHP)

20:00-No Museu Imperial (Sala de Exposições Temporárias): Coquetel de congraçamento entre os participantes; Lançamento de obras

“Fontes Bibliográficas para o Estudo da Colonização Alemã em Petrópolis”, de Maria das Neves Krüger; Concerto do Conjunto Anima e Cuore, da Universidade Católica de Petrópolis.

Dia 7 de Julho de 1995, 6ª feira

09:00-Vicissitudes da Imperial Colônia de Petrópolis. Dr. Francisco de Vas-concelos. (IHP).

10:15-A colonização alemã em Petrópolis e em Juiz de Fora. Prof. Msc Marcos Olender, (IHP e UFRJ) e Prof. Newton Barbosa de Castro, do (IHGJF e UFJF).

11:30-Contribuição cultural dos alemães no processo de desenvolvimento de Juiz de Fora. Prof. Dr. Wilson de Lima Bastos, (IHGB, IHGJF e UFJF)

14:00-Imigração germânica: os Hees de Petrópolis. Dr. Carlos Wehrs, (IHGB)

15:00-Aspectos econômicos da implantação da cidade de Petrópolis. Dr. José Luiz Alqueres, IHP)

16:15-Considerações sobre a historiografia da imigração européia no Brasil. Prof. Msc. Maurício Vicente Ferreira Jr., (IHP e MI)

17:15-A morte do Mj. Júlio Koeler, a tragédia que abalou Petrópolis.

Dr. Antônio Isaias da Costa Abreu, (IHP e UCP).

21:00-Música e dança alemã, na Bauernfest.

Dia 8 de Julho de 1995, sábado

09:00-A identidade cultural teuto-brasileira. Prof. Dr. Helmuth Ricardo Krüger, (UCP e UFRJ).

10:00-A colonização alemã na Fazenda da Mandioca. Prof. Antônio Eugênio Taulois, (IHP e UCP).

11:00-Estudos genealógicos dos colonos alemães de Petrópolis. Sr. Paulo Roberto Martins de Oliveira, (IHP e Clube 19 Junho)

12:00-Sessão de encerramento, com as conclusões dos trabalhos e apresentação de moções.

13:30-Almoço por adesões, no restaurante da Bauernfest.

15:30-Deslocamento em ônibus para visita à Casa do Colono.

17:00-Deslocamento em ônibus para uma visita ao Castelo do Museu de Armas Ferreira da Cunha e assistir ao por do sol do alto da Serra da Estrela.

18:00-Deslocamento em ônibus para o Centro Histórico de Petrópolis e encerramento dos trabalhos do Colóquio.

Os textos dessas palestras estão disponíveis nesse site do IHP

O Colóquio foi implementado por uma Comissão Organizadora e contou com o prestígio de uma Comissão de Honra, composta por destacados repre-sentantes da cultura e comunidade petropolitana.

Comissão de Honra:

S. A. I. R. Dom Pedro de Orleans e Bragança – Prefeito Sérgio Fadel – Min. Francisco Rocha Lagoa – Prof. Vicente Tapajós – Dr. Miguel Pachá – Dr. Antônio Izaías

Comissão Organizadora:

– A. E. Taulois – Célia Lobo Paulo -Dora Rêgo Correa – Francisco de Vasconcelos – Maria Lysia Frick – Miriam Dias Pacheco – Paulo Machado da Costa e Silva -Paulo Martins Oliveira – Regina Máximo de Souza – Márcia de Paula Francisco

Aderiram de pronto ao evento as duas mais representativas instituições culturais ligadas à cultura alemã no Brasil, o Hans Staden Institut e o Goethe Institut.

Não seria possível organizar esse Colóquio sem o patrocínio de destacadas empresas petropolitanas, que encaram com orgulho o retorno cultural de seus investimentos.

Assim, estiveram conosco, a Garden Indústria e Comércio, Papelaria Obelisco, Supermercado ABC, Unimed Petrópolis, Werner Fábrica de Tecidos, Cervejaria Bohemia. Todo o planejamento promocional e gráfico foi trabalho da Planeg. A todas essas prestigiosas instituições, fica aqui registrada a nossa admiração pelo elevado espírito público e cultural.

PARTICIPANTES DO COLÓQUIO

PALESTRANTES:

Profa. Dra. Rosemarie Erika Horch, Rua 7 de Abril, 59/30, CEP 01211-00 São Paulo, SP – Tel.: (011) 255-8966.

Prof. Dr. Helmuth Ricardo Krüger, Rua Ingelhein, 493 – Quarteirão Ingelhein CEP 5675-910 Petrópolis, RJ. Tel.: (0242) 42-3936.

Profa. Dra. Maria Manuela Souza e Sailva, Rua das Palmeiras, 32/1008 Botafogo – CEP 22270-070 Rio de Janeiro, RJ. Tel.: (021) 286-9368.

Dr. Francisco de Vascelos, Estrada do Caetitú, 890, Corrêas. Caixa Postal 90335 Petrópolis, RJ.

Dr. José Luiz Alqueres, Avenida Roberto Silveira, 119, Centro – CEP 25685-040 Petrópolis, RJ. Tels.: (0242) 42-1417 (021) 538-9580 (Rio).

Dr. Carlos Wehrs, Rua Senador Vergueiro, 154/1203 – Flamengo CEP 22230-001 Rio de Janeiro, RJ. Tel.: (021) 551-6916.

Paulo Roberto Martins de Oliveira, Avenida Ipiranga, 880-F – CEP 25610-110 Petrópolis, RJ. Tel.: (0242) 31-1838.

Prof. Antônio Eugênio Taulois, Rua José de Alencar, 102 – Monte Real CEP 25610-050 Pettrópolis, RJ. Tel.: (0242) 43-3119.

Prof. Dr. Wilson de Lima Bastos, Avenida Barão do Rio Branco, 2089-B/704 Centro – CEP 36080-000 – Juiz de Fora, MG. Tel.: (032) 212-4382.

Prof. Newton Barbosa de Castro, Rua Oswaldo Aranha, 510/30 – São Mateus CEP 36080-000 Juiz de Fora, MG. Tel.: (032) 211-5655.

PARTICIPANTES INSCRITOS:

Adilson Carlini de Araújo; Afonso de Bourbon de Orleans e Bragança; Alberto Surerus Moutinho; Arlete Barbosa Valero; Aurinete da Silva Freire; Bernardo da Silveira Affonso; Carlos Oliveira Fróes; Carlos Wehrs; Claudia Maria Souza Costa; Consuelo de A. Carvalho; Cristiane Lopes Henriques; Deise Maria Corrêa Goettnauer; Dora Maria Pereira Rego Correia; Eloí Dionísio Piva; Elza Guerricri Bianchi; Eufrasia Azevedo Hirsh Moreira; Fátima Ribeiro da Silva Dias; Fernando de Mello Gomide; Gustavo Duriez Teixeira Mendes; Jeronymo Ferreira Alves Neto; Leia Maria Silva Alves; Lúcia Helena Gomes; Luiz Carlos Serra Dunley; Lygia Dalmaso; Lygia Maria Hannickel Wayand; Maria da Penha Lemos Leite Vilhena; Maria da Neves F. Leite Krüger; Maria de Fátima Bandeira Emmel; Maria Evangelina Fernandes; Maria Goretti Morais Angelim; Maria Luiza dos Santos Pimentel; Marieta Rocha; Maristela Manso; Marylena Bastos Medeiros; Miriam Dias Pacheco; Mônica Cristina Henriques Leite; Patrícia de Orleans e Bragança; Paulo Alves Teixeira; Paulo Machado da Costa e Silva; Paulo Roberto Martins de Oliveira; Pedro Carlos de Bourbon de Orleans e Bragança; Pedro Paulo Troyack Filho; Pedro Rubens Pantolla de Carvalho; Sátiro Ferreira Nunes; Swami Portella Peixoto; Sylvia Amélia de Hungria Machado; Terezinha Ibiapina; Valéria Maria Morse Alves; Wilson Antonio Winschütz; Wilson de Lima Bastos.

A Comissão Organizadora do Colóquio sobre Imigração Alemã agradece a todos os que participaram, de perto ou de longe, dos trabalhos de planejamento e execução desse evento. Mas, especialmente às prestigiosas firmas que nos apoiaram tanto material como culturalmente:

Petrotur, Goethe Institut, Instituto Hans Staden, Bruno (Firma) Papelaria e Livraria Obelisco, Fábrica Werner de Tecidos, Cervejaria Bohemia, Gardun Indústria Plástica, Supermer-cado ABC, Restaurante Ki-Delícia e Fundação Paulo Amorim. Particularmente, um agradecimento destacado à Unimed, que colocou a Planeg, sua agência de publicidade, inteiramente a nossa disposição para a programação visual e divulgação do evento.

Antônio Eugênio Taulois

Presidente 93/95 do IHP