Fundado em 24/09/1938 – Na Internet desde 31/07/2000
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D. Pedro II, o “augusto Patrono” (Estatutos de 24/09/1938) “Dormi. Sonhei muito. Uma história universal até ontem.” (Diário do Imperador D. Pedro II, 1840-1891, vol. 27, CD-Rom, Organização Begonha Bediaga, Museu Imperial, 1999)

Casa de Cláudio de Souza
Praça da Liberdade, 247
Vila Imperial
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Brasil
Site implantado por decisão da Assembleia Geral realizada a 10/04/2000, aprovando proposta do Presidente Jeronymo Ferreira Alves Netto.
Dominio www.ihp.org.br criado a 25/04/2000 na FAPESP.
contato: ihp@ihp.org.br

 

INFORMAÇÕES ESPECIAIS (19/01/2022)

O Instituto Histórico de Petrópolis se une às manifestações de profundo pesar pelo falecimento de seu

Associado Emérito Antônio Izaías da Costa Abreu,

anteriormente Associado Titular da Cadeira n. 3, Patrono Antônio Machado, ocorrido ontem, 18/01/2022, na cidade do Rio de Janeiro.

O sepultamento se deu hoje, em Petrópolis, em ato de presença restrita aos familiares.

 

INFORMAÇÕES GERAIS (19/01/2022)

O instrumento de BUSCA já se encontra ativado.

Alguns aperfeiçoamentos e algumas correções ainda serão feitos.

Digite à esquerda da faixa vermelha o termo da pesquisa.
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Todos os textos que contiverem o termo buscado serão selecionados resumidamente. Clicando sobre o título do que interessar, o texto será  aberto integralmente.

Na opção Histórico da aba Categorias  existe relação de todas as diretorias, desde a fundação do Instituto.

extrato de Efemérides (para ver o mês completo, consulte Efemérides em Categorias)

26 de janeiro de 1927

Faleceu, no palácio episcopal de Soledade, em Niterói , o Bispo Dom Francisco Benassi.

Ordenado sacerdote a 17 de maio de 1891, foi professor do Seminário do Rio Comprido, vigário da Candelária, de Petrópolis e do Engenho Novo, recebendo da Santa Sé , em 1906, as honras de Prelado Doméstico de sua Santidade o Papa.

Sagrado Bispo em 10 de maio de 1908, realizou inúmeras obras durante o tempo em que pastoreou a Diocese Fluminense, merecendo destaque, a fundação do Seminário Diocesano de São José, em Niterói, a criação do Retiro Espiritual dos Sacerdotes, em 1910, e seus esforços pela criação de uma imprensa católica na Diocese, o que lhe valeu o apelido carinhoso de “Bispo da Boa Imprensa”.

Coube-lhe ainda, inaugurar a Catedral de São Pedro de Alcântara, ainda inacabada, em 29 de novembro de 1925, procedendo na oportunidade a Bênção da Nova Matriz e transladando em solene procissão, o Santíssimo sacramento para o novo Templo, conforme ata lavrada na oportunidade pelo Padre Conrado Jacarandá.

27 de janeiro de 1852

Faleceu em sua Fazenda de São Silvestre, nas proximidades de Areal, o Sargento Mor José Vieira Afonso, filho do casal Manoel Viera Afonso e Dona Catarina Josefa de Jesus.

José Vieira Afonso, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Membro da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, da Irmandade do Divino Espírito Santo, homem de consideráveis recursos, fidalgo bastante conhecido, após a morte de sua mãe, herdou a Fazenda do Córrego Seco, da qual tomou posse legítima em 17 de abril de 1828.

A sede da referida fazenda ficava localizada na atual rua Marechal Deodoro, onde funcionou durante muito tempo a pensão Geoffroy e onde hoje se acha localizado o Edifício Pio XII.

Em 6 de fevereiro de 1830, a Fazenda do Córrego Seco, onde mais tarde se levantaria o centro urbano de Petrópolis foi adquirida por Dom Pedro I a José Vieira Afonso e sua mulher Dona Rita Maria de Jesus.

28 de janeiro de 1868

Faleceu no Rio de Janeiro, em sua residência, a Quinta da Joana, sendo sepultado no Cemitério da Ordem Terceira de São Francisco de Paula, a que pertencia, o Conselheiro Paulo Barbosa da Silva, Mordomo da Casa Imperial.

Nasceu em 25 de janeiro de 1794, em Matosinhos, na então Vila Real de Nossa Senhora da Conceição de Sabará, sendo o quinto filho do casal Antônio Barbosa da Silva, coronel de um regimento de cavalaria estacionado naquela vila e de Dona Ana Maria de Jesus, de uma das mais tradicionais família daquela região.

Inclinado à carreira militar, assentou praça como cadete agregado, com apenas 14 anos de idade, num Regimento de Cavalaria de Minas Gerais.

Vindo para o Rio de Janeiro em 1917, tomou parte ativa na campanha que se processava pela independência e, em 1825, já proclamada a Independência, foi enviada à Europa, com alguns colegas de farda para aperfeiçoar seus estudos na Escola de Engenharia e Artilharia de Metz.

Mais tarde, teve participação destacada nas negociações que culminaram com o segundo casamento de Dom Pedro I, com Dona Amélia de Leuchtenberg, princesa da Baviera.

Em 1822 foi promovido a Capitão, sendo transferido para o Imperial Corpo de Engenheiros.

Em 1833, foi indicado para o cargo de Mordomo da Casa Imperial, competindo-lhe, de conformidade com a legislação em vigor, a administração dos bens do Monarca e dos Príncipes.

O sonho do Imperador Dom Pedro I de construir em sua Fazenda do Córrego Seco um Palácio de Verão, encontrou, posteriormente, em Paulo Barbosa um ardoroso defensor

Comentando o importante papel desempenhado pelo Mordomo Paulo Barbosa da Silva, na fundação de Petrópolis, assim se manifestou Alcindo Sodré: “Desde a sua atuação no contrato para o preparo inicial da colonização do Córrego Seco, e depois, no desenvolvimento da povoação incipiente, encontramos sempre o olhar vigilante e interessado de Paulo Barbosa”.

De 1846 a 1854, serviu nas Embaixadas do Brasil na Rússia, na Alemanha e na França. Retornando à pátria, reassumiu suas antigas funções, realizando, apesar de seu precário estado de saúde, importantes realizações administrativas, além de ter pleiteado e conseguido das Câmaras a lei que permitiu libertar quinhentos e tantos escravos da nação a serviço da Coroa.

 

Todo conteúdo até julho de 2015 já está transferido para a versão atual.
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Desenho do brasão de Petrópolis,
segundo a descrição heráldica oficial,
Manoel de Souza Lordeiro
(+ 21/07/2008)
Texto de Notícias (a partir de 2016)
Maria de Fátima Moraes Argon 

Texto de Efemérides
Jeronymo Ferreira Alves Netto
Composição do cabeçalho,
inserido em outubro de 2016,
Mário Lordeiro,
com reprodução da Planta de Koeler
e linha do tempo a partir
da localização
da Estrada Normal da Estrela
até o Alto da Serra,
sobre reprodução de
imagem fotográfica de trecho
da Serra dos Órgãos
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