15/05/2001 10 de junho de 2001 domingo Segundo Passeio Histórico-Ambiental da Serra da Estrela. Saída da Igreja de Santo Antônio, Alto da Serra, Petrópolis. Inscrições pelo telefone 0800-248877. 11 de junho de 2001 segunda-feira 18h30 Reunião mensal cuja pauta será oportunamente divulgada. 05/06/2001 10 de junho de 2001 domingo 08h00 Segundo Passeio Histórico-Ecológico da Serra da Estrela. Saída da Igreja de Santo Antônio, Alto da Serra, Petrópolis. Inscrições pelo telefone 0800-248877. 11 de junho de 2001 segunda-feira 18h30 Reunião mensal com o Painel sobre o tema: História e Meio Ambiente. Os oradores serão o Princípe Dom Pedro Carlos de Orleans e Bragança, presidente do Instituto Ecotema e o Engenheiro José Enílcio Rocha Collares, vice-presidente do mesmo Instituto.
Agenda 2000 – Dezembro
07/12/2000 11 de dezembro de 2000 segunda-feira 18h30 Casa de Cláudio de Souza, Silogeu Petropolitano, Praça da Liberdade, 247, Petrópolis. Sessão estatutária comemorativa do aniversário de D. Pedro II. 1 – Palestra da sócia efetiva Maria de Fátima Moraes Argon sobre o tema “Reflexões sobre o arquivo da família imperial e o papel de D. Pedro II na sua formação”. 2 – Lançamento do Inventário Analítico da Coleção Salgado Zenha.
Agenda 2000 – Novembro
10/11/2000 5 de novembro de 2000 domingo Capela de Nossa Sra. Auxiliadora, Rua Dr. Paulo Hervé, no Quarteirão Darmstadt, Petrópolis. Com o apoio do Instituto Histórico de Petrópolis através do seu sócio efetivo Paulo Roberto Martins de Oliveira, ocorrerá a FAMILIENFEST DOS VOGEL . Os inúmeros descendentes do colono germânico (de Petrópolis – RJ) ANTON VOGEL e outros VOGEL de várias colônias do Brasil, se reunirão no adro da Capela de Nossa Sra. Auxiliadora, no Quarteirão Darmstadt. Neste festivo encontro poderão lembrar e reverenciar os seus antepassados. 13 de novembro de 2000 segunda-feira 17h30 Casa de Cláudio de Souza, Silogeu Petropolitano, Praça da Liberdade, 247, Petrópolis. Assembléia Geral, conforme convocação de 4/11/2000, postada a 7. 19h00 Reunião mensal em que se dará exposição sobre a “Presença do Instituto na Internet” pelo sócio Arthur Leonardo de Sá Earp e em que a sócia correspondente Thalita de Oliveira Casadei, de Niterói, fará o lançamento de seu mais recente livro “Os escravos na terra fluminense”. FAMILIENFEST DOS VOGEL PROGRAMA 08h00 – MISSA 09h00 – CAFÉ DA MANHÃ – oferecido pelos Vogel de Petrópolis – RJ. 10h00 – CHOPP E TIRA-GOSTO 11h00 – CONCURSO DE CHOPP A METRO 11h30 – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS FOLCLÓRICAS MASTER BERGSTADT l2h30/13h00 – ALMOÇO 14h00 – HOMENAGEM AOS MAIS IDOSOS 14h30 – ESCOLHA DA RAINHA DA FAMÍLIA VOGEL 15h00 – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS FOLCLÓRICAS BAUERNGRUP. Nos intervalos da programação haverá breves relatos históricos da família Vogel. Haverá exposição de fotos, objetos, documentos e árvore genealógica da família Vogel de Petrópolis – RJ. Haverá um ponto de vendas de canecas de chope, bonés, camisas e outros objetos com a estampa do brasão da família. Para a reserva de ingressos (referente ao almoço) – tel. (24) 242-4969 em horário comercial com a Sra. Emygdia. Crianças até 5 anos de idade não pagam Crianças de 5 a 12 anos de idade = R$ 4,00 Adultos = R$ 8,00 INFORME Domingo 5 de novembro de 2000 (dia da confraternização), na coluna do Instituto Histórico de Petrópolis na Tribuna de Petrópolis, será publicado um breve histórico da família VOGEL. Esta confraternização está sendo organizada pelo Clube 29 de Junho (de Tradições Germânicas) e pela família VOGEL de Petrópolis, através os Srs. Afonso, Albino e Sílvio Vogel. topo da página CONVOCAÇÃO O INSTITUTO HISTÓRICO DE PETRÓPOLIS, de acordo com o Parágrafo 3º, do Artigo 6 º, do Estatuto […] Read More
Agenda 2000 – Outubro
18/10/2000 8 de outubro de 2000 domingo 08h00 Passeio Histórico-Ambiental da Serra da Estrela. Saída da Igreja de Santo Antônio, Alto da Serra, Petrópolis. Inscrições pelo telefone 0800-248877. 9 de outubro de 2000 segunda-feira 18h30 Casa de Cláudio de Souza, Silogeu Petropolitano, Praça da Liberdade, 247, Petrópolis. Palestra do sócio efetivo Francisco de Vasconcellos sobre o tema “Reflexões sobre a Revolução de 1930, nos seus setenta anos”. 23 de outubro de 2000 segunda-feira 18h30 Casa de Cláudio de Souza, Silogeu Petropolitano, Praça da Liberdade, 247, Petrópolis. Palestra do Cel. Ivo de Albuquerque, sobre o tema “A ONU e os conflitos internacionais: presença brasileira em forças de manutenção de paz”.
Agenda 2000 – Setembro
08/09/2000 11 de setembro de 2000 segunda-feira 18h30 Casa de Cláudio de Souza, Silogeu Petropolitano, Praça da Liberdade. Sessão comemorativa do 62º aniversário da fundação do Instituto e da elevação de Petrópolis a cidade, com o seguinte programa: 1 – Apresentação do Coral Anima e Cuore da Universidade Católica de Petrópolis, sob a regência do maestro Antônio Carlos Leal Gastão. 2 – Posse do Professor Fernando de Mello Gomide como sócio efetivo e do Professor Otto de Alencar Sá Pereira como sócio correspondente. 3 – Palestra do sócio efetivo Carlos Oliveira Fróes sobre o tema “A Praça Municipal da Colônia de Petrópolis”.
Agenda 2000 – Julho
22/06/2000 10 de julho de 2000 segunda-feira 18h30 Casa de Cláudio de Souza, Silogeu Petropolitano, Praça da Liberdade. Comemoração dos duzentos anos do nascimento de Aureliano Coutinho. Painel com a participação dos sócios efetivos: Carlos Oliveira Fróes (A ação do Conselheiro Aureliano Coutinho na Colônia de Petrópolis e seu relacionamento com o Major Júlio Frederico Koeler) Francisco de Vasconcellos (Aureliano Coutinho no contexto da Província do Rio de Janeiro) Francisco de Paula Rocha Lagôa (Aureliano Coutinho, um estadista do Império).
Agenda 2019 – d – 10 de junho
10 de junho de 2019 segunda-feira 19h00 Casa de Cláudio de Souza Praça da Liberdade, 247, Vila Imperial Petrópolis Reunião mensal com palestra da Associada Titular Eliane Marchesini Zanatta Abrahão intitulada “Patrimônio Cultural: conservação e restauro in focus”
CABOCLO VARELA
CABOCLO VARELA Francisco José Ribeiro de Vasconcellos Das entranhas da Serra do Mar, das vertentes dos tributários dextros da ribeira sul paraibana, por entre os cafezais e bananeiras, brotou a energia necessária que faria esturrar, aos 17 de agosto de 1841, o Cabloco Varella, força telúrica e cósmica ainda não captada pelos radares dos radares dos arraiais umbandistas. Sim, porque ninguém foi mais cabloco do que ele, seja por sua índole libertária, seja por seu desapego da matéria, seja por seu devotamento à natureza, seja por seu romantismo tropicalista, seja por sua elaboração poética, que atinge o clímax com o Evangelho nas Selvas. Cabloco total, encantador, meteoro neste planeta de balizamentos inexoráveis, eternidade no panteão do universo sideral. Faltam-lhe as preces, os cantos e os ingredientes propiciatórios, que lhe permitam espargir um pouco mais de luz e de alento neste mundo barbarizado pelo materialismo mais abjeto e pernicioso. Luiz Nicoláo Fagundes Varella, rebento da Fazenda Santa Rita, em Rio Claro, Estado do Rio de Janeiro, é o Cabloco de quem falo, andarilho, física e mentalmente, em correrias pela vastidão brasileira, e pelos espaços cósmicos para onde o levavam o verso e a rima . Teria a genealogia explicação para esse duplo delírio ambulatório? Ou seria o poeta rioclarense, na forma e no conteúdo, sem ascendentes e descendentes, elos dessa mesma cadeia errante? No centro da praça principal da pobre cidade sul fluminense de Rio Claro, há modesto monumento em memória da gigantesca fulguração espiritual. Enorme desproporção entre o continente e o conteúdo. O marco não tem imponência dos que foram erigidos em Salvador, em homenagem a Castro Alves, em São Luiz para comemorar Gonçalves Dias, em Delft, para recordar Hugo Grotius, em Orleans para perpetuar a lembrança de Joana D’Arc . Apenas o busto do poeta/cabloco, sobre discreto pedestal, onde se lê, em uma de suas faces: 1841 – 1875 Embora o sopro ardente da calúnia /Crestasse os sonhos meus, / Nunca descri do bem e da justiça, /Nunca descri de Deus. (L.N. Fagundes Varella) Trinta e quatro anos apenas viveu o poeta; trinta e quatro anos peripatéticos, Aasverus redivivo por Seca e Meca, ora em Rio Claro, ora em Angra dos Reis, ora em Petrópolis, ora em Catalão, ora em São Paulo, ora no Recife, ora sem destino, por léguas e léguas na busca quiçá do fim do mundo. E neste insípido giro,/Neste viver sempre a esmo,/Vale a pena […] Read More
VISITA DO ARQUIDUQUE MAXIMILIANO A PETRÓPOLIS (A)
A VISITA DO ARQUIDUQUE MAXIMILIANO A PETRÓPOLIS Jeronymo Ferreira Alves Netto, Associado Titular, Cadeira n.º 15 – Patrono Estanislau Schaette De 1821 a 1867, o México viveu uma das fases mais conturbadas de sua história, marcada por uma grande instabilidade política, econômica e social. Sob o governo do General Antônio Lopes de Santa Anna, que por várias vezes ocupou a presidência, o México assistiu a independência do Texas, em 1835 e, com a admissão do mesmo na União estadunidense, envolveu-se numa guerra com os Estados Unidos, que lhe custou a perda da Califórnia e do Novo México, em virtude do Tratado de Guadalupe Hidalgo, em 1848. Com a queda de Santa Anna, o General Juan Alvarez foi conduzido ao governo, sendo confirmado no cargo pela Assembléia de Cuernavaca, a 4 de outubro de 1855, tendo então início o movimento denominado Reforma, liderado pelos Liberais, elementos da classe média que se tinham levantado contra os privilégios do clero e do exército. Despontaram no novo governo o General Ignácio Comonfort, na pasta da Guerra, e Benito Juarez, na pasta da Justiça e Negócios Eclesiásticos, que logo se tornariam presidente e vice-presidente da República, respectivamente. Comonfort, embora moderado, aprovou as leis do Congresso, “secularizando os bens da Igreja e promovendo a venda destas propriedades, avaliadas em trezentos milhões de pesos e que constituíam cerca de metade das terras mexicanas” (1). 1) TAPAJÓS, Vicente. História da América. Rio de Janeiro, Editora Forense, 1968, p. 253. O descontentamento gerado pela política do governo, levou Comonfort a dar um golpe de Estado, tornando-se ditador, fato que provocou a hostilidade de Benito Juárez, que, intitulando-se guardião da lei, obrigou Comonfort a renunciar. As feições anticlericais que caracterizavam as reformas econômicas provocaram, de 1858 a 1861, uma revolta social, à qual se deu o nome de guerra dos três anos, verdadeira cruzada do clero, elementos católicos e índios, contra Juárez. Apesar dos chefes liberais, espoliadores dos bens do clero, terem se enriquecido, o Estado mexicano encontrava-se em péssima situação financeira, sem condições de enfrentar os juros das dívidas contratadas, fato que levou Juárez a suspender o pagamento das dívidas externas. As nações credoras, Inglaterra, Espanha e França vislumbraram nesta situação um pretexto para intervir no México, assinando em 1861 o “Pacto de Londres”, no qual ficou assentada a ocupação das cidades e fortalezas do litoral mexicano, de modo a pressionar o governo de Juárez. Após a Conferência de […] Read More
AGENDANDO AS CELEBRAÇÕES DE 1997
O ano da graça de 1997 vem com força total no campo das relembranças, das rememórias que levam fatalmente à reflexão e ao exercício saudável de sempre repensar a história ao embalo da efeméride. No plano doméstico, isto é, no que concerne à ribeira do Piabanha, 1997 marca o transcurso do sesquicentenário da morte de Júlio Frederico Koeler, acontecimento que bem merecia um colóquio nos moldes daquele patrocinado pelo I.H.P., em julho de 1995, quando se comemoraram os 150 anos da colonização germânica em Petrópolis. Fica pois a sugestão, com quase um ano de antecedência, já que foi num 21 de novembro que se deu o trágico desaparecimento do responsável pelo plano urbanístico desta povoação, que receberia foros de cidade em 1857 dez anos após a morte de seu benfeitor. Há cem anos, no mês de abril, a Câmara Municipal de Petrópolis entregava ao trânsito público a nova ponte que ela mandara construir sobre o rio Piabanha, deante do Matadouro (o velho) e, a Biblioteca Municipal, já possuidora de alentado acervo, ganhava seu regulamento. Há noventa anos, fundava-se aqui o Tênis Clube, que haveria de ser o point da sociedade carioca em vilegiatura nestas serras, até o fim da segunda guerra mundial. Foi também em 1907 que o Automóvel Clube fez o primeiro ensaio rodoviário no eixo Rio-Petrópolis, ponto de partida do grande cometimento que marcaria o governo de Washington Luiz, duas décadas depois. E naquele já distante 1907, Julio Roca, duas vezes presidente da Argentina, faria sua segunda visita a esta cidade. Há oitenta anos, ativavam-se aqui os movimentos operários, sucedendo-se as greves por melhores salários e conquistas sociais, enquanto morriam Oswaldo Cruz, primeiro Prefeito desta urbe e Alberto de Seixas Martins Torres, que de Petrópolis comandara os destinos fluminenses, entre 1898 e 1900, quando a capital do Estado do Rio de Janeiro esteve plantada neste pedaço de chão serrano. Há setenta anos, o Dr. Paula Buarque chegava à Prefeitura, para fazer uma administração digna de todos os elogios; há sessenta, morriam Frei Luiz Reinke e o poeta Alberto de Oliveira, que viveu longos anos nesta urbe; há cinquenta, Petrópolis sediava monumental conferência que reuniu em Quitandinha a nata do poder nos estados americanos, ao tempo em que levava ao túmulo Arthur Alves Barbosa, jornalista aqui chegado por força da Revolta da Armada de 1893, que aqui fez brilhante carreira, conduzindo os destinos da Tribuna de Petrópolis, por […] Read More